De volta ao normal

Que saudade que eu estava de escrever no blog!!

Como vocês estão!? Eu cheguei essa madrugada da viagem que fiz! Passear é uma delícia, mas chegar em casa também é ótimo, concordam!?
Vou resumir nesse post o que ficou faltando falar sobre o que fiz e as coisinhas mais legais que comprei esses dias fora, vamos lá!

Além de ficar babando no Gabriel, filho lindo da minha prima, em São José nós fomos muito nos shoppings e acabei me rendendo aos descontos das promoções! Na Maria Filó comprei uma camisa jeans sem manga e com nózinho, tava querendo um modelo assim! Na Santa Lolla escolhi duas sapatilhas que adorei! Na Tok&Stock tive que me controlar porque queria tudo e meu cartão já tava querendo sair correndo dos caixas… Lá comprei essa mini Panton linda!! E o bloquinho da paçoca Amor!

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Sábado fomos para Ilhabela, mas o tempo não favoreceu! Então nem tem foto bonita para postar 😦

Domingo a tarde fui para São Paulo ver meu amigo Miller e fiquei até ontem para voltar por lá. Como sempre, a gente teve pouco tempo mas vontade de fazer mil coisas! Quando é assim a melhor opção é ir no shopping, que tem praticamente tudo em um só lugar!
Domingo jantamos no Pátio Higienópolis, no America que é muito bom! E ontem almoçamos no Pátio Paulista, ficamos por lá até a hora de ir embora. Lá visitei a Zara onde comprei um cardigan daquele básico que todas devem ter! E também fui na MAC, comprei um batom (Please Me) e um corretivo (Pro Longwear).

PicMonkey Collage

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Agora é impossivel falar sobre o final de semana e não pensar na tragédia horrível que aconteceu em Santa Maria – RS… Li um texto que expressa bem o que todos nós sentimos, para quem não viu é este aqui.

Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça.
A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta.
Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.
A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.
As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.
Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.
Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.
Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.
Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.
Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.
Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram.
Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?
O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.
Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.
Mais de duzentos e quarenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos.
Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.
Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
As palavras perderam o sentido. Fabrício Carpinejar

Poucas tragédias me impressionaram tanto como esta. Nos resta rezar por essas almas e familiares, ou no mínimo ter respeito afinal não é hora para fazer graça.

Beijos!

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